Esse texto não tem um propósito claro, é apenas sobre falar de coisas aleatórias e servir como uma forma de passar o tempo. Escrever e ler sempre foram meus prazeres, e resgatar isso tem acalentado a minha alma.
Dessa forma, nasce mais uma postagem, talvez sem muitos questionamentos, apenas uma descrição sobre a vida.
A entrada deste ano foi calma, sem alardes, crises ou dramas. Somente eu, meio inerte, sobrevivendo ao tédio e assistindo o mundo girar.
No momento, a sensação é de tranquilidade… É uma sensação boa e, ao mesmo tempo, assustadora.
Confesso que não sei aproveitar as calmarias. Sinto uma certa tensão, como se algo ruim fosse acontecer — e, de fato, algo ruim pode acontecer, faz parte da vida —, logo, não consigo relaxar tão bem.
Houve algumas inspirações de temas para escrever, porém não registrei os pensamentos em nenhum lugar e acabei esquecendo completamente a linha de raciocínio. Senti-me levemente frustrada, mas não me estressei; talvez eu me recorde de tudo depois.
Prestes a entrar na primeira segunda-feira de 2026, tenho questionado alguns desejos e alinhado melhor algumas metas. Não adianta inventar dezenas de objetivos e não conseguir finalizá-los; isso só traz decepção e sensação de fracasso. As metas precisam condizer com a minha realidade, assim posso me cobrar sem peso na consciência.
Estou farta de ficar parada e ver o mundo seguir. Não quero mais ser alguém fútil.
Desejo melhorar muitas coisas e, ao fim deste ano, realizar um balanço. Quero me orgulhar de ter evoluído, ainda que a passos pequenos.
As cinco metas principais são:
Saúde
Bem-estar psicológico
Segurança financeira
Leitura e escrita
Estudo
Como indicado no início, este não é um texto cheio de questionamentos, mas um texto expositivo sobre mim mesma — algo para que fique registrado e, no futuro, eu possa reler.
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